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Perseverando nos Relacionamentos

Perseverando nos Relacionamentos

38 Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. 39 Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; 40 e ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a vestimenta, larga-lhe também a capa; 41 e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. 42 Dá a quem te pedir e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. 43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, 45 para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. 46 Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? 48 Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus  Mateus 5.38-48

O Senhor Jesus salienta a importância dos relacionamentos quando afirma que, se for necessário, é bom estar disposto a chegar aos extremos para preservar os bons relacionamentos.

Nesse texto, está ensinando sobre a forma de tratar com os amigos, parentes e familiares a fim de evitar atritos que venham promover a ruptura dos relacionamentos. Pessoas que valorizam pessoas estão dispostas a sofrer prejuízos financeiros e sacrifícios pessoais para se manterem conectadas àqueles que fazem parte do seu campo afetivo. Para perseverar nos relacionamentos, é preciso vencer o grande inimigo que surge ao sermos prejudicados: o desejo de vingança!

Quando somos feridos e alimentamos em nosso interior o desejo de retribuição àquela pessoa que nos ofendeu, estamos perdendo inúmeros benefícios alcançados ao perdoar. O primeiro deles é o desenvolvimento da nossa capacidade de confiar em Deus, afinal Ele prometeu suprimir o mal que nos é feito e nos recompensar por entregarmos à Ele nossas questões. Outro benefício é a paz interior.

Abandonar o desejo por vingança tranquiliza o nosso coração na medida em que abrimos mão de fazer o mal para o ofensor. Essa paz interior nos dá serenidade para tomarmos decisões certas, as quais nos levam a um triunfo na situação.

Também passamos uma mensagem ao ofensor de que somos inocentes e certamente isso abrirá a possibilidade de o Espírito Santo trabalhar na vida dele por meio do constrangimento que sentirá ao perceber que fez o mal para quem só lhe faz bem. Ainda, estaremos cumprindo a nossa vocação de abençoar e dessa forma nossa essência não será maculada.

Quando fazemos as contas percebemos claramente que não ganhamos nada ao dar vazão ao sentimento de vingança, todavia nos sentimos bem em fazer o bem.

Assista o vídeo da mensagem:

 

Joel Stevanatto, Pr
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